ENEM & CIA: DIÁRIO DE REPERTÓRIOS, PESQUISAS E PRÁTICAS EM PERMANENTE ATUALIZAÇÃO
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Preto no Branco - Ninguém Explica Deus (Ao Vivo) ft. Gabriela Rocha
Ninguém Explica Deus (part. Gabriela Rocha)
Preto No Branco
Nada é igual ao Seu redor
Tudo se faz no Seu olhar
Todo o universo se formou no Seu falar
Teologia pra explicar
Ou Big Bang pra disfarçar
Pode alguém até duvidar
Sei que há um Deus a me guardar
E eu, tão pequeno e frágil, querendo Sua atenção
No silêncio encontro resposta certa, então
Dono de toda ciência, sabedoria e poder
Oh, dá-me de beber da água da fonte da vida
Antes que o haja houvesse
Ele já era Deus
Se revelou ao seus
Do crente ao ateu
Ninguém explica Deus
Nada é igual ao Seu redor
Tudo se faz no Seu olhar
O universo se formou no Seu falar
Teologia pra explicar
Ou Big Bang pra disfarçar
Pode alguém até duvidar
Sei que há um Deus a me guardar
E eu, tão pequeno e frágil, querendo Sua atenção
No silêncio encontro resposta certa, então
Dono de toda ciência, sabedoria e poder
Oh, dá-me de beber da água da fonte da vida
Antes que o haja houvesse
Ele já era Deus
Se revelou ao seus
Do gentio ao judeu
Ninguém explica Deus
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
E se duvida ou se acredita
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
E se duvida ou se acredita
Ninguém explica
Ninguém explica Deus
Dono de toda ciência, sabedoria e poder
Oh, dá-me de beber da água da fonte da vida
Antes que o haja houvesse
Ele já era Deus
Se revelou ao seus
Do crente ao ateu
Ninguém explica Deus
Ninguém explica Deus
Preto no Branco - Me Deixe Aqui ft. Priscilla Alcantara
Me Deixe Aqui (part. Priscila Alcantara)
Preto No Branco
Deus, só Você sabe o que passei
Pra chegar até aqui
Toda montanha, tudo que eu atravessei
Quase parei
Tanto tropeço e espinho
Não aguentava mais andar
Deus, quantas vezes me perdi
No caminho que eu mesmo criei
Nele vi muitas saídas
Que eu tinha certeza que era Você
Deus, eu corri sem cessar
Quando eu caí, me ergueu
Me deixe entrar e ficar bem de perto
Eu só preciso olhar Teu sorriso
Mesmo que eu não mereça
Ouvir me chamar pelo nome
Eu só preciso
Te abraçar com minhas mãos calejadas
Nelas estão toda a minha corrida
Sei, não mereço ao menos Te chamar de Pai
Por favor, eu só Te peço
Me deixe entrar e ficar bem de perto
Eu só preciso olhar Teu sorriso
Mesmo que eu não mereça
Ouvir me chamar pelo nome
Eu só preciso
Te abraçar com minhas mãos calejadas
Nelas estão toda a minha corrida
Sei, não mereço ao menos Te chamar de Pai
Por favor, eu só Te peço
Me deixe aqui olhando pra Você
E Te ver sorrindo todas as manhãs
Poder Te sentir, deitar em Seu colo
Te chamar de amigo, sentir o Teu cuidar
Me deixa aqui olhando pra Você
E Te ver sorrindo todas as manhãs
Poder Te sentir, deitar no Seu colo
Te chamar de amigo, sentir o Teu cuidar
André Valadão - Crer Para Ver (ao vivo)
Crer Para Ver
André Valadão
O teu sangue é tudo que preciso pra viver
Basta uma gota pra curar todo meu ser
Tudo é possível ao que crê
Nada é impossível para ti
Eu uno a minha fé com tua palavra
Lavado pelo sangue eu serei
Vou crer para ver, sonhar acordado
Viver as tuas maravilhas
domingo, 23 de setembro de 2018
SE A SUA REDAÇÃO É SOBRE VIOLÊNCIA OU ALGO DO GÊNERO RELACIONADA AOS ANIMAIS...
Histórias de violência, infelizmente, acontecem todos os dias, e nos
perturbam e indignam. Se os gestos violentos nunca são justificáveis, os
gratuitos parecem ainda mais cruéis, porque não tem nada que possa
explicá-los. É assim que se apresentam todas as agressões aos mais
fracos e inocentes.
TEXTO RETIRADO DE: OlhaQueVideo
TEXTO RETIRADO DE: OlhaQueVideo
Colocaram ela em um saco e jogaram no lixo, mas felizmente alguém a encontrou!
<3
olhaquevideo.com.br
CORES - A NATUREZA DA COR E SUA AÇÃO PSÍQUICA, SIMBÓLICA E MÍSTICA
Cor, fenômeno físico da
luz ou da visão, associado aos diferentes comprimentos de onda na zona visível
do espectro eletromagnético. Como sensação experimentada pelos humanos e
determinados animais, a percepção da cor é um processo neurofisiológico muito
complexo.A luz visível é formada por vibrações eletromagnéticas cujos
comprimentos de onda vão aproximadamente de 350 a 700 nanômetros. Quando
as intensidades dessas vibrações são aproximadamente iguais para todos os
comprimentos de onda, a luz aparece como branco ou cinza. A cor da luz com um
único comprimento de onda ou uma banda estreita de comprimentos de onda é
conhecida como cor ou tonalidade pura. A tonalidade e a saturação são as duas
diferenças qualitativas entre as
cores físicas. A diferença quantitativa
é o brilho, quer dizer, a intensidade ou energia da luz. Pode-se reproduzir
qualquer sensação de cor misturando-se aditivamente diversas quantidades de
vermelho, azul e verde. Por isso, conhecem-se essas cores como cores aditivas
primárias. Se misturam-se luzes dessas cores primárias com intensidades
aproximadamente iguais, produz-se a sensação de luz branca.Os pigmentos que dão
cor à maioria dos objetos absorvem determinados comprimentos de onda da luz
branca e refletem ou transmitem as demais, que são as que produzem a sensação
de cor. Não se conhece bem o mecanismo pelo qual as substâncias absorvem a luz.
Aparentemente, o processo depende da estrutura molecular da substância.A cor
também pode ser gerada por interferência. Algumas substâncias, quando
iluminadas por luz de uma determinada tonalidade, absorvem-na e irradiam luz de
outra tonalidade, cujo comprimento de onda é sempre maior. Esse fenômeno é
chamado fluorescência ou fosforescência.
“Utilização mística e simbólica”
Em todas as épocas, as sociedades
organizadas sempre tiveram seus códigos completos ou certos elementos de uma
simbologia das cores, atribuindo-lhes frequentemente caráter mágico. A variedade de significados de cada cor,
ao longo dos tempos, está intimamente ligada ao nível de desenvolvimento social
e cultural das sociedades que os criam.
Os diversos elementos da
simbologia da cor, como em todos os códigos (visuais, gestuais, sonoros ou verbais), resultam da adoção consciente de
determinados valores representativos, designativos ou diferenciadores,
emprestados aos sinais e símbolos que compõem tais sistemas ou códigos. Com
efeito, o que dá qualidades e significado ao símbolo (sinais sonoros, verbais
ou visuais) é sempre sua utilização. Por isto, a criação dos símbolos mais
significantes e duráveis é, via de regra, ato coletivo de função social, para
satisfazer certas necessidades de representação e comunicação:
O
vermelho – lembra o fogo e o sangue, além de representar a força que o faz
jorrar, o terror, ou a morte e, por sua reminiscência, o luto. Está relacionado
com necessidades afetivas, afetos, e suas manifestações, das mais suaves às
mais violentas, em direção à extroversiva.
O
azul – expressa mais diretamente uma disposição introversiva das funções
emocionais e intelectuais (racionalização ou sublimação e capacidade de
intuição).
O
amarelo – lembra o sol, o ouro e o fruto maduro, facilmente será identificado
com a ideia de riqueza, abundância e poder. Corresponde aos anseios volitivos e
à disposição afetiva e à iniciativa.
O
laranja – é a vontade deliberada de agir e de fazer-se valer através da ação.
O
verde – mostra o grau de adaptação ao ambiente, a capacidade de contato.
O
violeta – corresponde à busca de equilíbrio entre o pensar e o sentir.
O
branco – lembra a luz, portanto relaciona-se com a ideia, o pensamento, a
segurança, a tranquilidade, a pureza e a paz.
O
preto – lembra a noite, a escuridão, o perigo, a maldade, a insegurança e o
aniquilamento.
Obs.: o preto, o branco e o cinza – parecem ligados mais diretamente ao inconsciente.
Como em todos os
métodos de averiguação psicológica, esbarra-se aqui, também, com a contradição
entre influências coletivas como expressões mais nítida das injunções sociais e
as particularidades individuais. A opção exclusiva por apenas um dos elementos
da contradição é que tem causado a ineficiência da maioria dos sistemas
organizados para detectar o gosto estético, inclusive o gosto predominante por
certas cores.
Na formação das preferências
sempre se encontra o efeito da ação física da cor sobre o organismo humano,
condicionado pelas reminiscências do uso individual e social da cor.
As preferências são influenciadas
por variáveis individuais ainda não conhecidas inteiramente, e que não tem
sentido a qualificação de beleza para uma cor. Qualquer uma poderá ser bela ou
não, conforme o papel que desempenhe na dinâmica do fenômeno estético.
O estudo da projeção da
personalidade humana, através de sua preferência ou gosto por determinadas cores,
poderá vir a ser de grande importância para o conhecimento de certas áreas da
personalidade individual, desde que vencidas as barreiras de uma aplicação
mecânica, de um método que deve ser antes de tudo instrumento de pesquisa, mas
que, em mãos inexperientes, corre sempre o risco de transformar-se num simples
código de etiquetagem dos “pacientes”.
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