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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

COMO APRENDI A ESCREVER...

A maneira mais rápida e fácil (na minha opinião) de se aprender a escrever é lendo e lendo... lendo.

SÓ DE VER/LER ISSO MUITA GENTE FAZ CARETA. PARECE QUE CAUSA EFEITO CONTRÁRIO - AGORA É QUE NÃO VOU APRENDER A ESCREVER MESMO! ODEIO LER.

A MAIORIA TEM HORROR A LER PORQUE A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA QUE SE TEM É COM O BENDITO LIVRO DIDÁTICO QUE A MAIORIA DETESTA - AQUI EU ME ENQUADRO NA MINORIA: ADORO LER LIVROS DIDÁTICOS, SIM,  E ODEIO A OBRIGAÇÃO DE LER PARADIDÁTICOS. PRA VC TER NOÇÃO DO NÍVEL DE LOUCURA, QUANDO EU IA PASSAR AS FÉRIAS NA CASA DE MINHA AVÓ, EU PRATICAMENTE DEVORAVA, ENGOLIA OS LIVROS DOS MEUS TIOS QUE AINDA FAZIAM OU CURSAVAM O ENSINO MÉDIO. ACHAVA O MÁXIMO - EMBORA NÃO ENTENDESSE MUITAS COISAS; ATÉ MATEMÁTICA, FÍSICA E QUÍMICA EU CURTIA NAQUELA HORA. EU POSSO DIZER QUE AQUILO ALI ERA O MEU MUNDO FABULOSO, MARAVILHOSO, FANTÁSTICO, AO INVÉS DOS LIVROS QUE EU SEMPRE JULGUEI CHATOS, COMO OS TAIS CONTOS DE FADAS - EU OS ODEIO ATÉ HOJE. HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS... EEECA!

É BEM COMPLEXO E ATÉ UM BOCADO PARADOXAL O QUE VOU DIZER AGORA: LER PARA A MAIORIA É SINÔNIMO DE ESTUDAR. EU TAMBÉM DIZIA ODIAR LER, MAS ADORAVA ESTUDAR, COMO UMA BOA SOFOMANÍACA. EU ODIAVA LER O QUE EU NÃO CONSEGUIA ENTENDER OU O QUE NÃO ME INTERESSAVA - NORMAL. EM SÍNTESE, E EU ME ACHANDO A MAIS SÁBIA DAS CRIATURAS.

LEDO ENGANO, EU, COMO A MAIORIA NÃO SABIA QUE LER NÃO É SINÔNIMO DE ESTUDAR OU APRENDER. LER É, DIGAMOS, SÓ O PRIMEIRO NÍVEL DESSE JOGO DE SABER. EU APRENDI A DURAS PENAS QUE PARA SE APRENDER É NECESSÁRIO EXERCITAR O CÉREBRO E AÍ... OUTRO PROBLEMA, A MAIORIA DE NÓS É PREGUIÇOSA E OU INDISCIPLINADA, ENTÃO... NADA FEITO, BABY. NO WAY - SEM CHANCE.


SIM, MAS ONDE ENTRA A ESCRITA MESMO... AH! SIM. VC DEVE ESTAR IMAGINANDO QUE EU TRAUMATIZEI, ME REBELEI E DAÍ EM DIANTE PASSEI A TER REPUGNÂNCIA À LEITURA. E-RROOOU! EU PERCEBI QUE - PASMEM - HAVIA APRENDIDO A ESCREVER. NATURALMENTE. EU NÃO SABIA EXPLICAR, MAS ACENTUAVA DIREITINHO AS PALAVRAS, SABIA ONDE E QUANDO USAR OS SINAIS DE PONTUAÇÃO E DOMINAVA UM BOCADO O VOCABULÁRIO. FOI ASSIM QUE EU DESCOBRI QUE HAVIA APRENDIDO A ESCREVER.


terça-feira, 23 de junho de 2015

Que saaaco!!!
Qual o problema de Jesus ter casado mesmo 
e ou 
ter tido uma penca de filhos?!...

terça-feira, 16 de junho de 2015

REDUÇÃO...

Maria Celeste Bsp SE NÃO DÁ PRA REDUZIR PORQUE O BRASIL NÃO É UM PAÍS JUSTO, SÉRIO E RESPONSÁVEL, SÓ SEI QUE ALGO DEVE SER FEITO. E NÃO TEM NADA A VER COM PASSAR A MÃO NA CABEÇA DELES.

terça-feira, 17 de março de 2015

DE VOLTA AO COMEÇO...



Os dias de nós dois.

Eu sempre quis fazer uma retrospectiva a respeito dos “dias de nós dois”; afinal, pra mim, vale muito a pena lembrar e relembrar coisas e momentos tão felizes, tão bons. Então, aí vai. 1998: um ano que “começou” meio mal pra mim. A palavra “começar” é mesmo a melhor delas, a mais apropriada. Eu não esperava mesmo que as coisas pudessem tomar o rumo que tomaram. Quem diria que fosse um “começo” tão ruim que fosse dar no que deu de tão bom! Foi mesmo uma virada.
16 de março (segunda-feira), as aulas reiniciam. Como de costume, eu me sentia uma coisa do outro mundo quando chegava lá na UECE; três anos e eu ainda não me sentia bem (à vontade) naquele lugar. As primeiras semanas, óóóbvio, eram as mais difíceis. Eu nem sequer conseguia tomar conhecimento das pessoas à minha volta – e nem fazia questão – sempre foi e fui assim. No caso da classe, só o Sam, e porque sentava do meu lado e era dessas pessoas que olham pra gente (como eu) sem incomodar, sem constranger, daí só com ele era eu mesma e relaxava.

            O jogo das figuras
            ... as coincidências me impressionaram muito. Quem diria! Você sentado lá atrás, quase o último e eu... sem notar ainda. Foi preciso todo aquele reboliço, as carteiras mais-ou-menos em círculo, as figuras jogadas no chão, cada um de nós devíamos escolher três delas. No final, teríamos que explicar o porquê das escolhas. Juntei uma pirâmide, um portal e uma paisagem bucólica com direito a vaquinha e tudo. Foi engraçado. Você não pegou nenhuma.  Na hora de se explicar, voltamos ao jardim da infância, foi quase como se dissesse: - ah, prof! Eu não peguei nenhuma porque aquela menina ali, pegou as minhas. Todos riram e se entreolharam. Eu, fiquei sem jeito.  E aí então abrimos os trabalhos. Nós tínhamos exatamente as mesmas impressões sobre as mesmas coisas.

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